Inovação, trabalhadores qualificados e o câmbio valorizado

Inovação, trabalhadores qualificados e o câmbio valorizado
Questionar paradigmas é sempre saudável especialmente para pesquisadores. Em mais uma instigante matéria o professor Naércio Menenzes Filho mostrou na edição de 2 de outubro de 2009 do Jornal Valor Econômico, que o câmbio valorizado pode ter efeito positivo sobre a produtividade e o crescimento de nossas empresas.
No período recente de crescimento, interrompido pele crise do ano passado, as importaç?os brasileiras cresceram aceleradamente. Entretanto a que mais cresceu foi a de bens intermediários pois as empresas se aproveitaram do câmbio para diminuir curstos, aumentar a produção e, ao menos potencialmente, beneficiar o consumindor com menores preços
Em segundo lugar cresceram as importações de bens de capital, o que indica que as empresas estão incorporando novas tecnologias o que também deve causar diminuição no preço e aumento da produtividade.
Contrariando as notícias mais chamativas, os bens de consumo não apenas representam o menor valor das importações como na sua totalidade representam o item que teve na história recente, menor crescimento.
Publicações recentes respaldam estas considerações e o efeito positivo das importações, ou seja o, efeito positivo da competição entre empresas via importação. É importante saber que este efeito positivo existirá e será  tanto maior quanto mais próximas da fronteira tecnológica estiverem as empresas pois estas tem mais facilidade de inovar para competir. Isto só é possível com trabalhadores qualificados como os formados nos programas de pós graduação nos quais os pesquisdores do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies atuam.
Amilton Sinatora
Questionar paradigmas é sempre saudável, especialmente para pesquisadores.
Em mais uma instigante matéria, o professor Naércio Menenzes Filho mostrou na edição de 2 de outubro de 2009 do Jornal Valor Econômico que o câmbio valorizado pode ter efeito positivo sobre a produtividade e o crescimento de nossas empresas.
No período recente de crescimento, interrompido pele crise do ano passado, as importações brasileiras cresceram aceleradamente. Entretanto, a que mais cresceu foi a de bens intermediários, pois as empresas se aproveitaram do câmbio para diminuir custos, aumentar a produção e, ao menos potencialmente, beneficiar o consumidor com menores preços.
Em segundo lugar, cresceram as importações de bens de capital, o que indica que as empresas estão incorporando novas tecnologias – o que também deve causar diminuição no preço e aumento da produtividade.
Contrariando as notícias mais chamativas, os bens de consumo não apenas representam o menor valor das importações como, na sua totalidade, representam o item que teve, na história recente, menor crescimento.
Publicações recentes respaldam estas considerações e o efeito positivo das importações, ou seja o, efeito positivo da competição entre empresas via importação. É importante saber que este efeito positivo existirá e será  tanto maior quanto mais próximas da fronteira tecnológica estiverem as empresas, pois estas têm mais facilidade de inovar para competir. Isto só é possível com trabalhadores qualificados como os formados nos programas de pós-graduação nos quais os pesquisadores do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies atuam.
Amilton Sinatora

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