Corte das emissões de CO2 nos EUA

Numa votação apertada, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou por 219 votos contra 212 uma lei que estabelece limites para emissões de gases que poluidores. A lei exige uma redução de 17% das emissões até 2020 e uma redução de 83% (oitenta e três!!) até 2050 em relação aos níveis de 2005.
Esta notícia é muito importante para o I.N.E.S. – Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies – pois, a Engenharia de Superfícies terá uma contribuição importante nesta redução de poluentes. Novos revestimentos de anéis de motores, por exemplo, devem reduzir as forças de atrito e, conseqüentemente, reduzir a emissão de CO2. Recobrimentos das paredes das camisas dos motores podem resultar em maiores temperaturas de operação reduzindo mais ainda a emissão deste gás.
Outros tipos de motores como os grandes motores das locomotivas, dos navios e de grupos geradores de energia também deverão passar por melhorias para atender as metas da nova lei. Outros campos de atuação do I.N.E.S. como o desenvolvimento de processos de recobrimento de superfícies menos agressivos ao ambiente que processos convencionais de tratamentos térmicos, como os processos que empregam plasma, passam a ter maior importância diante da nova lei.
Com a aprovação desta lei, o campo de atuação do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies fica ainda mais em evidência perante a sociedade. Mais do que isto, caso a lei seja sancionada pelo Senado dos EUA, o I.N.E.S terá um indicador numérico para muitas de suas metas pois, a partir de 2012 a lei estabelece indicadores anuais a serem atingidos.
Amilton Sinatora

Numa votação apertada, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou por 219 votos contra 212 uma lei que estabelece limites para emissões de gases poluidores. A lei exige uma redução de 17% das emissões até 2020 e uma redução de 83% (oitenta e três!!) até 2050 em relação aos níveis de 2005. (Notícia do Jornal O Estado de São Paulo 27-06-2009)

Esta notícia é muito importante para o I.N.E.S. – Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies –, pois a Engenharia de Superfícies terá uma contribuição importante nesta redução de poluentes. Novos revestimentos de anéis de motores, por exemplo, devem reduzir as forças de atrito e, conseqüentemente, reduzir a emissão de CO2. Recobrimentos das paredes das camisas dos motores podem resultar em maiores temperaturas de operação reduzindo mais ainda a emissão deste gás.

Outros tipos de motores como os grandes motores das locomotivas, dos navios e de grupos geradores de energia também deverão passar por melhorias para atender as metas da nova lei. Outros campos de atuação do I.N.E.S., como o desenvolvimento de processos de recobrimento de superfícies menos agressivos ao ambiente que processos convencionais de tratamentos térmicos, como os processos que empregam plasma, passam a ter maior importância diante da nova lei.

Com a aprovação desta lei, o campo de atuação do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies fica ainda mais em evidência perante a sociedade. Mais do que isto, caso a lei seja sancionada pelo Senado dos EUA, o I.N.E.S terá um indicador numérico para muitas de suas metas pois, a partir de 2012 a lei estabelece indicadores anuais a serem atingidos.

Amilton Sinatora

Uma resposta para Corte das emissões de CO2 nos EUA

  1. Carlos A. Figueroa disse:

    O ponto levantado pelo Prof. Amilton possui relevância imediata porque o país mais poluidor do planeta começa a entender o grave problema dos gases de efeito estufa e a atuar em conseqüência. No domingo 05 de Julho o mesmo jornal (O Estado de São Paulo: http://www.estadao.com.br/economia/not_eco398103,0.htm) publica que o Brasil está analisando leis para cobrar pelas emissões de CO2. Este tipo de medida está em consonância com as leis que estão sendo aprovadas nos EUA e provocará grandes mudanças tecnológicas e nos meios de produção. Continuando o raciocínio do Amilton sobre o papel da engenharia de superfícies na solução desses graves problemas, o motor de combustão interna atual deverá reduzir as emissões de CO2 via aumento da eficiência. Muitas autopeças são fortes candidatas a sofrer tratamentos de superfícies que possibilitem a diminuição do atrito. Válvulas, junções, virabrequins e até engrenagens podem ser somadas à lista. Resumindo, as montadoras que não fabricarem motores mais eficientes começarão a perder mercado externo, principalmente em países com leis ambientais duras (sobretudo os europeus), e/ou serão multadas no mercado interno (caso a lei publicada no Estadão sair do papel). O INES pode ajudar nesta problemática e a atingir as metas que as futuras leis especificarem. Carlos A. Figueroa

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